Campanha

Campanha #AbraSuasAsas alerta para os riscos da COVID-19 e os cuidados com os pacientes oncológicos

Pacientes com câncer não podem parar o tratamento durante a quarentena.

A campanha #AbraSuasAsas faz um alerta aos pacientes
oncológicos, bem como aos seus familiares e cuidadores, em virtude do avanço do novo coronavírus no Brasil. As pessoas em tratamento contra o câncer, em especial as que estão fazendo quimioterapia ou radioterapia, possuem uma diminuição em seu sistema imunológico, o que pode trazer complicações em caso de infecção pelo novo coronavírus, portanto, de forma alguma podem parar o acompanhamento médico e a frequência da medicação.

 

De acordo com Dr. Gélcio Mendes, diretor de assistência do
Instituto Nacional do Câncer (INCA), é fundamental que os pacientes que estiverem sob cuidados domésticos permaneçam em casa, em isolamento, e adotem todos os cuidados preventivos, já amplamente divulgados pelos órgãos de saúde e pela imprensa, para evitar a contaminação pela COVID-19. Entre os principais cuidados estão “o distanciamento social, a lavagem de mãos e a etiqueta do espirro”.

 

O Dr. Gélcio Mendes destaca ainda, que os pacientes oncológicos que precisam se deslocar para realizar o tratamento devem utilizar máscaras, sobretudo ao utilizarem o transporte público ou nas áreas comuns de espera do ambulatório, e precisam conversar com seu médico sobre a necessidade de tomar ou não a vacina contra a gripe, principalmente os indivíduos que estão em tratamento de imunoterapia.

 

Um dos grandes problemas do novo coronavírus é que sua
transmissão ocorre de forma muito rápida, portanto, o isolamento é fundamental para que possamos reduzir a curva de contágio evitando a sobrecarga do sistema de saúde. De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o sistema de saúde pode entrar em colapso no mês de abril, caso o número de doentes graves ultrapasse a capacidade suportada pela rede de atendimento no país. Por isso, o isolamento social é fundamental no enfrentamento da doença.

 

Como se proteger?

 

·        
Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%.

·        
Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou como braço, e não com as mãos.

·        
Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas. Ao tocar, lave sempre as mãos como já indicado.

·        
Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.

·        
Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.

·        
Higienize com frequência o celular e brinquedos das crianças.

·        
Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.

·        
Evite aglomerações e mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.

·        
Se estiver doente, evite contato físico com outras pessoas, principalmente, idosos e doentes crônicos e fique em casa até melhorar.

·        
Durma bem, tenha uma alimentação saudável e faça atividade física.

 

 

 

Fonte: Ministério da Saúde, EBC e INCA

Campanha

Campanha #AbraSuasAsas ressalta a importância do Dia Mundial do Câncer

Todos os anos, milhões de pessoas em todo o mundo são diagnosticadas com algum tipo de câncer, o que fez com que a OMS (organização Mundial da Saúde) classificasse a doença como uma epidemia global. A doença afeta todas as faixas etárias e níveis socioeconômicos, com graves consequências sociais, econômicas sobre o desenvolvimento e os direitos humanos. Buscando reforçar a importância da prevenção, a União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), com o apoio da OMS, entidade vinculada a Organização das Nações Unidas, estabeleceu o dia 4 de fevereiro como o Dia Mundial do Câncer, que em 2020 completa 20 anos.

Criado no ano 2000, por meio da Carta de Paris, o Dia Mundial do Câncer tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para que se mobilizem no intuito de ampliar o seu controle evitando, assim, milhões de mortes a cada ano. Neste sentido, a campanha #AbraSuasAsas, junto de todos os seus apoiadores, reforça a importância deste dia e convoca a sociedade civil a debater esta epidemia. Atualmente, 7,6 milhões de pessoas no planeta morrem em decorrência da doença a cada ano. Estima-se que 1,5 milhão de mortes anuais por câncer poderiam ser evitadas com medidas adequadas. Mas a Organização Mundial da Saúde tem como meta reduzir em 25% os óbitos por doenças não transmissíveis até 2025.

Frente a este cenário, campanhas como a #AbraSuasAsas se tornam tão importantes, no sentido de estimular a população a manter hábitos saudáveis e a realizar exames periódicos que busquem identificar neoplasias malignas logo no início, o que amplia e muito as chances de recuperação. O câncer não tem uma causa única. Há diversas causas externas (presentes no meio ambiente) e internas (como hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas). Os fatores podem interagir de diversas formas, dando início ao surgimento da doença. Entre 80% e 90% dos casos de câncer estão associados a causas externas. As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os hábitos e o estilo de vida podem aumentar o risco de diferentes tipos de câncer.

A prevenção engloba ações primárias e secundárias para reduzir os riscos de ter a doença:

  • O objetivo da prevenção primária é impedir que o câncer se desenvolva. Isso inclui evitar a exposição aos fatores de risco de câncer e a adoção de um modo de vida saudável.
  • O objetivo da prevenção secundária é detectar e tratar doenças pré-malignas (por exemplo, lesão causada pelo vírus HPV ou pólipos nas paredes do intestino) ou cânceres assintomáticos iniciais.

Algumas atitudes contribuem para reduzir o risco do câncer:

  • Não fumar;
  • Manter uma alimentação saudável;
  • Manter o peso corporal adequado;
  • Praticar atividades físicas;
  • Amamentar;
  • Realizar o exame preventivo do câncer do colo do útero a cada três anos para mulheres entre 25 e 64 anos;
  • Vacinar as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos contra o HPV;
  • Tomar a vacina contra a Hepatite B;
  • Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas;
  • Evitar o consumo de carne processada;
  • Evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, e usar sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar, inclusive nos lábios;
  • Evitar a exposição a agentes cancerígenos no trabalho.

Idealizada pelo SCC/SBT, a campanha #AbraSuasAsas conta com o apoio das seguintes empresas, veículos e instituições:

  • INCA – Instituto Nacional do Câncer
  • Secretaria de Saúde do Governo de Santa Catarina
  • UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina
  • Sistema ACAFE – Associação Catarinense das Fundações Educacionais
  • FAHECE – Fundação de Apoio ao Hemosc/Cepon
  • CEPON – Centro de Pesquisas Oncológicas
  • CREFITO10 – Conselho Regional de Fisioterapia
  • AMUCC – Amor e União Contra o Câncer
  • Secretaria Municipal da Saúde de Florianópolis
  • Eldorado
  • Publicar
  • Kallas
  • InfoTV
  • RDO Comunicação Visual
  • Ritos Despertar
  • Acontecendo Aqui
  • Grupo Toma!
  • Yellow Multipress
  • Criativa Paineis
  • Sinergy
  • Alternativa Mídia
  • Nômade Comunicação
  • Tac Filmes
  • Over Digital
  • Tundum
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Campanha #AbraSuasAsas alerta para a necessidade de prevenção ao câncer de pele

            Com a chegada do verão, aumenta o tempo em que as pessoas ficam expostas ao sol e consequentemente aos raios ultravioletas, que são capazes de alterar o funcionamento de células de defesa do nosso organismo podendo aumentar as chances do desenvolvimento de câncer de pele. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), Santa Catarina é um dos estados com alto registro da doença e os maiores números de mortes estão em Joinville, Florianópolis e Blumenau. Das 1.190 mortes que ocorreram devido ao câncer de pele entre 2010 e 2015, 110 foram em Joinville, 87 em Florianópolis e 66 em Blumenau.

            O câncer de pele do tipo melanoma (forma mais grave do tumor) ocorre mais raramente e pode levar à morte. Já o não melanoma (tumor maligno com baixa taxa de mortalidade) é mais frequente em ambos os sexos e menos grave, mas pode causar deformações no corpo. A grande incidência da doença em Santa Catarina se dá, entre outros fatores, por ser um Estado com uma população predominantemente caucasiana, mais susceptível ao câncer de pele.

            No Brasil, o INCA estima 85.170 casos novos de câncer de pele não melanoma entre homens; e 80.410 nas mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses números correspondem a um risco estimado de 82,53 casos novos a cada 100 mil homens e 75,84 para cada 100 mil mulheres. Quanto ao melanoma, sua letalidade é elevada, porém sua ocorrência é considerada baixa (2.920 casos novos em homens e 3.340 casos novos em mulheres por ano).

O câncer de pele não melanoma ocorre principalmente nas áreas do corpo mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas. Apresenta-se como:

• Manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram.

• Feridas que não cicatrizam em quatro semanas.

Algumas atitudes ajudam a prevenir o surgimento da doença:

1. Evitar exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h.

2. Procurar lugares com sombra.

3. Usar proteção adequada, como roupas, bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, sombrinhas e barracas.

4. Aplicar na pele, antes de se expor ao sol, filtro (protetor) solar com fator de proteção 15, no mínimo.

5. Usar filtro solar próprio para os lábios

Sobre a campanha

A campanha #AbraSuasAsas foi lançada pelo SCC/SBT em parceria com diversas empresas e instituições, com o propósito de conscientizar a população sobre a importância da prevenção ao câncer. A campanha busca promover debates sobre os temas mais importantes relacionadas à doença, junto a especialistas e instituições referência em pesquisa e tratamento do câncer no Brasil. Confira os parceiros que abriram suas asas para essa causa e estarão apoiando e divulgando a campanha nos próximos meses, junto com o SCC/SBT:

  • INCA – Instituto Nacional do Câncer
  • Secretaria de Saúde do Governo de Santa Catarina
  • UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina
  • Sistema ACAFE – Associação Catarinense das Fundações Educacionais
  • FAHECE – Fundação de Apoio ao Hemosc/Cepon
  • CEPON – Centro de Pesquisas Oncológicas
  • CREFITO10 – Conselho Regional de Fisioterapia
  • AMUCC – Amor e União Contra o Câncer
  • Secretaria Municipal da Saúde de Florianópolis
  • Eldorado
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  • Kallas
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O Tabagismo no Brasil

Impacto do aumento de impostos sobre os produtos derivados do tabaco nas mortes e doenças atribuíveis no Brasil

O tabagismo é a principal causa evitável de morte e doença em todo o mundo. A cada ano, mais de cinco milhões de mortes no mundo são atribuíveis ao consumo de produtos de tabaco e espera-se que em 2025 o número anual de mortes chegue a 10 milhões. No Brasil, estima-se que 4 a 17 % das mulheres e 10 a 24 % dos homens fumam. As informações aqui exibidas são parte de um estudo com o qual colaboraram mais de 40 pesquisadores e formuladores de políticas de saúde de universidades, centros de pesquisa e instituições públicas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Honduras, México, Paraguai, Peru e Uruguai. Os resultados foram obtidos através de um modelo matemático desenvolvido pelo grupo de pesquisa que permite estimar as probabilidades que as pessoas têm de ficarem doentes ou morrerem por causa de cada uma das principais doenças associadas ao tabagismo.

No Brasil, o tabagismo provoca uma quantidade significativa de mortes, doenças e custos de saúde. O maior peso é dado por câncer, doença cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O impacto do tabagismo sobre a mortalidade e a qualidade de vida é diretamente responsável pela perda, a cada ano, de 4.203.389 anos de vida e é responsável por 12,6 % de todas as mortes que ocorrem no país em pessoas maiores de 35 anos. Isto representa 156.216 mortes por ano que poderiam ser evitadas.

O tabagismo também gera custos médicos diretos por ano de R$ 39,4 bilhões, o equivalente a 8 % de todo o gasto com saúde, e R$ 17,5 bilhões em custos indiretos decorrentes da perda de produtividade devida à morte prematura e incapacidade. Isto representa no Brasil perdas anuais de R$ 56,9 bilhões, 1 % de todo o produto interno bruto (PIB) do país.

A arrecadação tributária da venda de cigarros é de cerca de R$ 13 bilhões ao ano, valor que chega a apenas cobrir 23 % das perdas causadas pelo tabagismo. O aumento do preço dos cigarros através dos impostos é reconhecido mundialmente como a medida mais custo-efetiva para reduzir seu consumo, principalmente quando políticas fiscais sustentadas são mantidas ao longo do tempo.

Como pode ser observado nos resultados deste estudo, com o aumento do preço dos cigarros no Brasil grandes benefícios poderiam ser obtidos para toda a população. Um aumento de apenas 50% poderia prevenir 136.482 mortes, 507.451 doenças cardíacas, 64.383 novos cânceres e eliminar 100.365 acidentes vasculares cerebrais (AVC) em dez anos. Além disso, poderia-se gerar recursos de R$ 97,9 bilhões, valor derivado da economia nos gastos em saúde, das perdas de produtividade evitadas e do aumento da arrecadação fiscal.

A equipe de profissionais que realizou esta pesquisa espera que os resultados deste trabalho ajudem a aumentar a conscientização sobre o impacto sanitário e econômico do tabagismo, e sejam uma ferramenta útil para que os governos e os sistemas de saúde possam definir medidas mais eficazes e eficientes na luta contra o tabagismo.

Este projeto é uma extensão do estudo anterior sobre a carga de doença relacionada ao tabagismo no Brasil. Financiamento: Este trabalho foi realizado com o apoio financeiro do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), por meio de acordo de cooperação técnica INCA / OPAS; e do Centro Internacional de Pesquisas para o Desenvolvimento, Ottawa, Canadá – IDRC.

Dr. Roberto Amaral, Presidente do Grupo SCC, fala sobre a campanha #AbraSuasAsas

O presidente do Sistema Catarinense de Comunicações, Dr. Roberto Amaral, participou do SBT Meio-Dia, nesta quinta-feira (29), para falar sobre o lançamento da campanha #AbraSuasAsas e sobre as ações que serão desenvolvidas nos próximos 12 meses. Ele destacou a importância do conhecimento para salvar vidas e de como a responsabilidade social faz parte do DNA do SCC. Confira a íntegra da entrevista:

Depoimento emocionante marca o início da campanha #AbraSuasAsas

A campanha #AbraSuasAsas teve início, nesta quinta-feira (29) com uma matéria emocionante, exibida no SBT Meio-Dia. Num depoimento para a nossa equipe, Rodolfo Rogério Haas, criador do projeto A Cura, fala sobre a importância da família, do apoio e do acolhimento no processo de recuperação de quem é diagnosticado com algum tipo de câncer. Ele viveu na pele essa experiência com o filho ainda pequeno e sua história de superação, mostra a força que o amor pode exercer na vida das pessoas.

Confira o vídeo a seguir:

Campanha

SCC/SBT lança campanha #AbraSuasAsas pela prevenção ao câncer

O SCC/SBT lançou, nesta quinta-feira (29), junto com dezenas de parceiros, a campanha #AbraSuasAsas, que tem o propósito de conscientizar a população sobre a importância da prevenção ao câncer. O evento, realizado na sede da emissora, em Florianópolis, contou com a presença de autoridades, profissionais de imprensa e representantes das empresas e instituições parcerias. Mais de 218 mil pessoas morreram no Brasil, em 2017, vítimas do câncer, um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos.

A campanha #AbraSuasAsas, lançada pelo SCC/SBT, terá um ano de duração e, além da divulgação na programação da emissora, contará com ampla repercussão nos telejornais SBT Meio-Dia e SBT News, que irão pautar a discussão dos temas mais importantes relacionadas à doença junto a especialistas e instituições referência em pesquisa e tratamento do câncer no Brasil. Para Roberto Amaral, presidente do Sistema Catarinense de Comunicações, a campanha #AbraSuasAsas é uma resposta da emissora à sociedade catarinense. “Em 2019 o SCC completa 80 anos de história e ao longo de todo esse tempo a responsabilidade social norteou nossa atuação em Santa Catarina e foi o fio condutor de inúmeras ações e projetos que desenvolvemos com o intuito de promover o bem-estar e qualidade de vida da nossa população. A bandeira social que escolhemos para os próximos 12 meses foi a prevenção ao câncer, um grupo de doenças que infelizmente vitima milhares de catarinenses todos os anos e que, portanto, exige de nós um grande esforço no sentido de informar em prol da conscientização”.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam que em 2018, Santa Catarina registrou 27.350 novos casos de câncer no Estado. Entre as neoplasias malignas mais comuns entre os homens em Santa Catarina destacam-se: Próstata (estimativa de 2.600 novos casos no Estado) e Traqueia, Brônquio e Pulmão (estimativa de 1.170 novos casos em 2018). Já entre as mulheres, os tipos mais comuns foram: Mama (2.190 novos casos) e Cólon e Reto (610 novos casos em 2018).

O câncer não tem uma causa única. Há diversas causas externas (presentes no meio ambiente) e internas (como hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas). Os fatores podem interagir de diversas formas, dando início ao surgimento da doença. Entre 80% e 90% dos casos de câncer estão associados a causas externas. As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os hábitos e o estilo de vida podem aumentar o risco de diferentes tipos de câncer.

A prevenção engloba ações primárias e secundárias para reduzir os riscos de ter a doença:

  • O objetivo da prevenção primária é impedir que o câncer se desenvolva. Isso inclui evitar a exposição aos fatores de risco de câncer e a adoção de um modo de vida saudável.
  • O objetivo da prevenção secundária é detectar e tratar doenças pré-malignas (por exemplo, lesão causada pelo vírus HPV ou pólipos nas paredes do intestino) ou cânceres assintomáticos iniciais.

Algumas atitudes contribuem para reduzir o risco do câncer:

  • Não fumar;
  • Manter uma alimentação saudável;
  • Manter o peso corporal adequado;
  • Praticar atividades físicas;
  • Amamentar;
  • Realizar o exame preventivo do câncer do colo do útero a cada três anos para mulheres entre 25 e 64 anos;
  • Vacinar as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos contra o HPV;
  • Tomar a vacina contra a Hepatite B;
  • Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas;
  • Evitar o consumo de carne processada;
  • Evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, e usar sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar, inclusive nos lábios;
  • Evitar a exposição a agentes cancerígenos no trabalho.

As asas são símbolos que representam proteção, afeto e cuidado, por isso, foram escolhidas como representações da campanha #AbraSuasAsas, que também ganhará as ruas, praças, sites, emissoras de rádios, outdoors, busdoors e redes sociais. Desta forma, os catarinenses poderão se engajar usando a hashtag #AbraSuasAsas e participar da campanha registrando suas fotos no mobiliário urbano que percorrerá as principais cidades catarinenses. Confira os parceiros que abriram suas asas para essa causa e estarão apoiando e divulgando a campanha nos próximos meses, junto com o SCC/SBT:

  • INCA – Instituto Nacional do Câncer
  • Secretaria de Saúde do Governo de Santa Catarina
  • UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina
  • Sistema ACAFE – Associação Catarinense das Fundações Educacionais
  • FAHECE – Fundação de Apoio ao Hemosc/Cepon
  • CEPON – Centro de Pesquisas Oncológicas
  • CREFITO10 – Conselho Regional de Fisioterapia
  • AMUCC – Amor e União Contra o Câncer
  • Secretaria Municipal da Saúde de Florianópolis
  • Eldorado
  • Publicar
  • Kallas
  • InfoTV
  • RDO Comunicação Visual
  • Acontecendo Aqui
  • Grupo Toma!
  • Yellow Multipress
  • Criativa Paineis
  • Sinergy
  • Alternativa Mídia
  • Nômade Comunicação
  • Tac Filmes
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  • Tundum

Confira o vídeo institucional da campanha:

Campanha #AbraSuasAsas Recebe apoio do CREFITO10

Campanha #AbraSuasAsas Recebe apoio do CREFITO10

A campanha #AbraSuasAsas também conta com o apoio do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 10ª Região (CREFITO-10). A instituição é uma Autarquia Federal, constituída no âmbito do Sistema Coffito/Crefitos. Além de zelar pela ética profissional, a instituição apoia diversas ações sociais em Santa Catarina e, em 2019, decidiu abraçar também a campanha de conscientização contra o câncer, realizada pelo SCC/SBT.

Campanha #AbraSuasAsas Recebe apoio da UFSC

Campanha #AbraSuasAsas Recebe apoio da UFSC

A Universidade Federal de Santa Catarina, um dos maiores centros de pesquisa, ensino e extensão do país, está apoiando a campanha #AbraSuasAsas. Com mais de 40 mil alunos de graduação, especialização, mestrado e doutorado a instituição é referência no Brasil e desenvolve diversas pesquisas sobre o câncer.

Desenvolvida na UFSC, a pesquisa “Mortality and years of life lost due to breast cancer attributable to physical inactivity in the Brazilian female population (1990–2015)” contou com a parceria do Ministério da Saúde, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da University of Washington (E.U.A) e analisa a evolução do câncer de mama, óbitos e os anos de vida perdidos durante a doença de 1990 a 2015 no Brasil, os comparando com estudos de outras partes do mundo.

A pesquisa internacional foi liderada pelo professor do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina (DEF/UFSC), Diego Augusto Santos Silva, e publicada na Nature em 2018.

Desenvolvida na UFSC, a pesquisa “Mortality and years of life lost due to breast cancer attributable to physical inactivity in the Brazilian female population (1990–2015)” contou com a parceria do Ministério da Saúde, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da University of Washington (E.U.A) e analisa a evolução do câncer de mama, óbitos e os anos de vida perdidos durante a doença de 1990 a 2015 no Brasil, os comparando com estudos de outras partes do mundo.